ACIS preocupada com o desenvolvimento do Sector das Energias Renováveis em Moçambique

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ACIS preocupada com o desenvolvimento do Sector das Energias Renováveis em Moçambique

Moçambique possui um enorme potencial de energias renováveis, sobretudo solar e hídrica, que no entanto tem sido subaproveitado. Dois factores concorrendo para esta realidade: o primeiro prende-se com o facto de existir uma fraca disponibilidade de financiamento dos projectos que se propõem explorar estas fontes de energia e, por outro, pelo facto de muitos deles não serem sustentáveis em termos comerciais, defende Luis Magaço, Presidente da ACIS.

Luis Magaço falava na 3ª Conferência Internacional de Investidores no Sector de Infra-estruturas Energéticas e Energias Renováveis de Moçambique, organizada recentemente em Maputo, pela ACIS em parceria com a Euroconvetion Global, tendo destacado que o evento visava definir caminhos para a dinamização do sector de energias renováveis e soluções para os problemas de acesso a energia eléctrica e melhoria da sua qualidade.

O Presidente da ACIS instou os participantes presentes na Conferência, a fazerem daquela plataforma uma oportunidade para o aprofundamento das suas iniciativas ou projectos sobre o desenvolvimento de negócios no sector de energias renováveis, e, da mesma forma, a criarem parcerias que tragam resultados a breve trecho.

No entender de Magaço, as parcerias de negócios desempenham um papel de grande relevo na medida em que permitem ganhos mútuos, para além do alcance de um diferencial competitivo, através da redução do esforço de investimento, redução da duração dos ciclos de inovação dos produtos, da possibilidade de alargar a novos mercados, de aumentar a notoriedade em mercados já existentes e consolidados, de melhorar os processos e potenciar tecnologias existentes.

Durante os dois dias, a Conferencia discutiu as oportunidades de desenvolvimento de negócios no sector de energias renováveis, incluindo os mercados on-off grid, bem como os desenvolvimentos de eficiência energética, sendo que, a agenda contemplava várias intervenções sobre o financiamento e o papel das principais instituições, multilaterais e bilaterais, sector privado e financiadores, envolvidos no co-financiamento e o desenvolvimento de projectos de energia renovável.

2018-02-12T11:59:09+00:00 12 Fevereiro 2018|Uncategorized|